Soa absurda a movimentação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em propôr, somente agora, uma resolução que valide –em definitivo-, o uso de mídias eletrônicas em depoimentos nos fóruns de todo o país.
O emperramento ainda existe e os juristas explicam que a resistência mais acentuada em aceitar as gravações em video, por incrível que pareça, decorre dos juizes de segunda instância.
Porém o próprio CNJ rechaçou a proposta de se criar um centro de transcrição de gravações.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe sua opinião, sugestão ou crítica!