terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ainda sobre Travessia...



Ontem postei sobre 'Travessia'.
Esta manhã recordei cenas de um filme com forte importância para mim: 'Amor Além da Vida' (What Dreams May Come, EUA, 1998), estrelado por Robin Willians [ator que, em novembro de 2009, afirmou em um talkshow americano que o Rio de Janeiro conquistou as Olímpiadas de 2016 mandando strippers e cocaína para Copenhague e foi reprovado pela brincadeira e/ou verdade].

Esta noite, com esse calor 'infernoso' em São Paulo, outro sonho recorrente: queda livre em um elevador.
Caindo a toda velocidade, o painel mostrava algo perto do 102o andar (!).
Consegui acionar um botão que freava a máquina, abrindo as portas em seguida, mas sem alcançar a soleira para sair.
Uma senhora surgia e estendia a mão para me puxar para fora, mas as portas se fechavam, reiniciando a descida descontrolada. Isso se repetiu duas ou três vezes até acordar. Não marquei o horário, infelizmente.
Neste caso pode haver explicação: quando criança era fissurado em andar de elevador. Aos quatro anos cheguei a ficar preso em um desses aparelhos em Niterói (RJ). Mas isso não amedrontou.

Fotomontagem 'Elevador para magros'
No destaque: "Malhar emagrece"

Tanto é que em Brasília -no ano de 1979-, divertia-me mais para cima e para baixo no elevador do que brincando com as outras crianças na área do prédio onde moravam meus tios na Asa Norte da capital federal.
Fazia 'experimentos', como apertar o botão de emergência, que parava o carro onde estivesse. Na maioria das vezes entre os andares ou para ver a soleira que ficava após o acionamento.
Vale dizer que não havia o Big Brother, com câmeras espalhadas por todos lados.
Cheguei a disputar corrida contra o elevador, partindo do quinto andar e programando paradas até a chegada, no térreo. Eu chegava depois, por mais rápido que fosse na escada.
Outra modalidade que meus primos e eu criamos: elevator cross, para saber qual chegava primeiro: social ou serviço.
Em condições de igualdade, claro, igual uma prova de atletismo. Partíamos do térreo para o último andar, soltando as duas portas simultaneamente. Só para saber qual carro chegava primeiro.
Até o dia que perdi: 'meu' elevador parou em um dos andares para um chamado. O morador, antes de entrar, perguntou o que fazia.
Respondi, sincero: "Corridaaa!"
Ele foi até o quinto andar para descer; não sem antes escutar os gritos dos meus primos que comemoravam a 'vitória' à porta.

Mas os sonhos que volta e meia surgem. Envolvem um elevador em queda livre, freadas abruptas e subidas em alta velocidade, a ponto de sentir que sou jogado no teto ou grudar no assoalho, sem conseguir me mover até o próximo tranco.
Hoje, ao entrar em um elevador,lembro-me dessas passagens e também do filme 'O Grito' (Ju On, 2000, Japão), com a cena do garoto Toshio aparecendo na janela de cada andar.

Assustador.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Travessia

Todos sonham. A lembrança quase total do que foi sonhado é o que intriga a neurociência.
Desde criança não apago da memória alguns deles.
Este, que já pode ter ocorrido com você, envolve muito cansaço físico e mental logo ao dormir: quando fomos a Brasília em 1979, depois de mais de 12 horas de viagem, o cansaço era evidente. Aos oito anos de idade, minha preocupação era, naquele momento, tomar banho e dormir.
O sonho veio: corria desesperadamente em uma mata fechada, fugindo não sei de quê, até cair em um buraco fundo.Pulei de susto ao acordar, ofegante. Não entendi isso até hoje.

Lugares de outrora
Quando o sonho te coloca em um lugar sem nunca ter estado e anos depois você visita uma cidade e rapidamente descobre que este era o local, o que dizer?
Isso ocorreu em Caldas Novas (GO), ano de 1988.
Meses antes havia sonhado entrar num quarto de hotel, chegar até à sacada e ver a rua.
Qual não foi minha estranheza ao chegarmos ao hotel e entrar num quarto idêntico ao do sonho?
A única diferença era que, no lugar da sacada, havia uma janela com a mesma vista que havia sonhado.

Repeteco
Outra situação é aquela que vivenciamos conversar com alguém e surge a sensação de haver conversado tudo aquilo anteriormente, sem mudar uma só palavra.

Mais recentes
Neste final de semana o lugar parecia ser Portugal, pelo menos a sugestão (não sei por quê) era essa. Nunca estive por lá. Lugar iluminado, cheio de jardins bem cuidados e pessoas desconhecidas. Tinha a sensação de uma viagem sem retorno. Era algo semelhante a um passeio, mas sem possibilidade de retorno.

Travessia
Nesta madrugada, por volta das 3h50, acordei sem compreender o que havia sonhado.
Não sei onde estava, mas era uma casa onde fui alvejado com dois tiros. Havia outra pessoa junto, mas que desapareceu do sonho com o desenrolar da história. Intrigante, no mínimo. Senti os dois disparos me atingirem. Não houve dor.
Desconheço os dois algozes, tampouco os motivos para tal agressão. Fato é que, segundos após, não respirava.
O que deveria ser sufocamento foi substituído por serenidade com a aproximação de algumas pessoas vestidas com roupas brancas leves. Entidades espirituais,  talvez.
Pediam para ficar calmo. Naquele momento não sabia quantos eram. Não estava nervoso, tampouco agitado. Só não assimilava aquilo tudo. Fiquei impassível.
Em seguida era transportado, boiando com a barriga para cima e braços abertos em um lago, canal ou represa, amparado por todas aquelas pessoas que fitavam apenas o horizonte e me guiavam pelas águas. Nada falavam.
À medida que o cortejo avançava, reconheci nas margens os rostos de muitos conhecidos, que me olhavam apenas .
O trajeto, até uma sala ampla e iluminada, foi agradável de ser percorrido, sem sobressaltos nas águas calmas.
Segundos depois estava deitado em um tablado na altura dos joelhos. Não sei como.
As pessoas que estavam nas margens começaram a entrar na sala e se posicionar ao meu redor.
Ao invés de desesperar, uma paz nunca antes experimentada me preenchia, ao som de melodias inebriantes, inimagináveis para o que sempre gostei de ouvir. Naquele instante conseguia fixar meu olhar e minha atenção no teto branco. Um exagero de branco.
Lembro-me que a Rosi deu um beijo em minha testa e se afastou, em tom de adeus.
Consegui, finalmente, olhar ao redor. Não havia tristeza no semblante de quem estava lá, mas um sorriso que transparecia agradecimento.
Novamente as pessoas de branco chegaram perto de mim, eram seis, três de cada lado.
Rostos serenos, novamente pediram que ficasse calmo.
Falaram algo para me levantar lentamente e iniciar a travessia.
Não conseguia fazer o que pediam, tarefa simples quando estamos acordados: levantar.
Naquele instante, decidi que precisava sair daquilo, que não era real, mas não conseguia emergir do sono em que estava mergulhado.
Sentia uma mistura daquele sonho intenso com minha vontade de despertar, sem consegui-lo.
Até que 'pulei' daquilo tudo.
Eram 3h50 desta madrugada.
Estou até agora recobrando as imagens desta noite.
Pudera existir uma máquina com eletrodos que fizesse  o 'download' disso tudo e mostrar para você. Enviar para análise, igual biópsia. Assim como todos outros sonhos.
Hoje à noite começo o sexto ciclo de Temodal.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Baderna com B de Brasil, il, il ,il

A novela do diploma de jornalista continua.
Do site Comunique-se em 04/02/10:

Em Sorocaba, só diplomados conseguem registro profissional

Da Redação
A Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Sorocaba, interior de São Paulo, dá entrada apenas em pedidos de registro profissional para jornalistas com diploma de graduação na área. De acordo com a Regional, a medida vem sendo adotada desde junho de 2009, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão.
Segundo a Regional de Sorocaba, a ordem partiu do Ministério do Trabalho e o órgão está proibido de receber qualquer protocolo que não tenha o diploma.
O Ministério nega que exista essa orientação, já que no início deste ano acatou a decisão do STF e começou a emitir registro para jornalistas com ou sem graduação específica. De acordo com o órgão federal, os jornalistas com diploma devem receber o registro como “Jornalista profissional”, e os não diplomados recebem o título de “Jornalista/decisão STF”.

Não é defesa de reserva de mercado, mas o papel desempenhado por um jornalista interfere de forma profunda na vida das pessoas. Adiando ou antecipando decisões, enaltecendo ou destruindo vidas.
Da mesma maneira que engenheiros, médicos, advogados possuem o mínimo de formação acadêmica  para atuar no mercado de trabalho, o jornalista também é obrigado a possuir bagagem, mesmo que futuramente seja excluído do meio por incompetência, oportunismo rasteiro (o 'bate-carteira') ou safadeza.
Só a faculdade não constrói um jornalista. Ele se faz com muita leitura, pesquisa e trabalho de campo.
A sociedade, com o tempo, reconhece quem é sério e os que se aventuram por interesses escusos.
Além do registro diplomado pelo Ministério do Trabalho, a existência de um órgão paraestatal como o conselho de jornalismo disciplinaria um pouco essa 'casa da mãe joana' que virou a profissão. Quem sabe até uma prova nos moldes da OAB poderia ser aplicada aos jornalistas.
Não se trata de censura, como alardeiam alguns obtusos, mas uma saída para evitar que qualquer pessoa ponha na cachola que é jornalista e simplesmente saia por aí causando estragos. A praça está forrada de 'profissionais' desse naipe e não quero que a profissão seja ainda mais depreciada como foi feito ao longo dos tempos. Que se dirá agora, sem necessidade de diploma?
Baderna, com B de Big Brother, com B de Brasil, il, il.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Estação Didi, Dedé, Mussum e Zacarias


Apenas o Diário de S.Paulo noticiou em sua edição de 29 de janeiro (http://www.diariosp.com.br/Noticias/Dia-a-dia/460/Metro+%91troca+as+bolas%92+nas+estacoes) a trapalhada do Metrô gerenciado pelo governo paulista -que inaugura até março a estação Paulista da nova linha 4-, a mesma que desmoronou na pressa eleitoral da escavação da estação Pinheiros em 2007 e matou quase dez pessoas.

A nova estação fica na rua da Consolação, a poucos metros da... avenida Paulista, que abriga há 15 anos a estação... Consolação da linha verde (!).
A sumidade que nomeou a estação estava tão eufórico em trabalhar por você que não percebeu o imbróglio que jogará o passageiro desavisado: PAULISTA na Consolação e CONSOLAÇÃO na Paulista.
Pouco importa, afinal, São Paulo está cada vez melhor.
As próximas estações serão Didi, Dedé, Mussum e Zacarias.

Encerrando:
A imagem de São Paulo no país chegou ao ponto de um comerciante colocar o seguinte aviso em seu estabelecimento: "Fiado só quando o Rodoanel ficar pronto".

Cada vez melhor?
São Paulo: apenas 55 estações de metrô, 61 km de linhas
Cidade do México: 175 estações, extensão três vezes maior

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Medo

Sempre tive medo de ralâmpagos. Não escondo de ninguém. Pode vir a chuva e o vento. Mas se os primeiros estrondos surgirem, começo a fazer alguns cálculos que aprendi na infância, como cronometrar o tempo entre o clarão e a trovoada para dividir por três, resultando numa distância aproximada de onde caiu a descarga elétrica.
Desde a infância várias passagens reforçam meu temor. Em um clube próximo a São Paulo meus pais, meu irmão e eu estávamos na piscina quando o céu ficou nublado e a ameaça de chuva se concretizou.
Temendo o que poderia ocorrer com as primeiras trovoadas ecoando ao sabor da chuva, meu pai decidiu  sairmos para o vestiário.
Enquanto caminhávamos sobre o granito um clarão desceu com toda a força das nuvens e foi parar sobre uma árvore a duzentos metros dalí, partindo-a ao meio e derrubando os galhos chamuscados inflamados sobre os carros estacionados sob sua frondosa copa.
Pernas para que te quero! Com um aviso desses não precisava mais nada.
Além disso, nas emissoras em que trabalhei as torres  sempre me fizeram tremer igual ao personagem do desenho animado 'Coragem, o cão covarde'.
Em duas oportunidades os raios atingiram metros ao lado da torre, queimando tudo: os disjuntores e os  telefones chegavam a soltar fumaça preta com tamanha  energia dissipada.
Outra vez o vidro traseiro de meu carro espatifou com o  'cisco' de um relâmpago que acertou em cheio uma torre de energia em Araraquara (SP).
A carga fez eriçar os pelos ao entrar no carro logo em seguida.
No final da tarde desta terça (2/2) amarelei novamente. A tempestade que desabou sobre São Paulo causou estragos, mas foi foi regada de estalos e estrondos com intervalos de poucos segundos.
Envarei o medo: pé-de-pato e boia do Mickey embaixo do chuveiro ligado (risos). É claro que não foi assim, afinal ninguém deve se arriscar sob tempestades. Não se brinca com eletricidade. Nunca.
Os apagões vêm no pacote:
Na capital, EletroEscuro; no interior, CPFL: Conta Paga, Falta Luz.
Ó raios!


Encerrando:
Hoje foi a décima primeira aplicação de quimioterapia (11/15). Com hemograma, plaquetas e urina em ordem, segunda-feira inicio o sexto ciclo de Temodal (6/7).

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Nova perícia!

Tentei, pela internet, marcar nova perícia no INSS.

Em vão. Quando o sistema pede que se digite as letras de segurança em um quadrinho ele dava erro (essas letrinhas e números em fundos com cores mescladas confundem ao invés de agilizar).
Quando consegui acessar, digitei minha senha cadastrada na previdência e a resposta é que havia ultrapassado o número de tentativas possíveis (três).
Agora se quiser me informar sobre o andamento dos processos terei que agendar pelo 135 uma data para fazer pessoalmente o recadastramento da senha. Não adianta chegar na agência e pedir para recadastrar. Antes de ficar enroscado com essa senha no computador entrei com pesquisa sobre andamento do pedido de reconsideração da data inicial de auxílio-doença e nada foi encontrado. A tal junta de julgamento ainda não analisou meu pedido protocolado no final de novembro!
Fora isso, pelo 135 mesmo agendei a nova perícia, respeitando os 15 dias anteriores do vencimento de meu afastamento.
Sabe quando foi marcada a nova perícia?
24 de... MARÇO!
Isso mesmo. Não tem data antes disso.
Foi explicado que do dia 16 de fev a 23 de março o pagamento fica em aberto. Caso o perito indefira, cabe recurso em até 30 dias. Se entender que cabe prorrogação, o INSS pagará o período em data a ser comunicada posteriormente. Agilidade.
Isso é que dá viver na Alemanha. O gigantismo continental deste país se reflete em tudo: até na burocracia.
Êta país que não vai para a frente.
Por isso vou mudar para o Brasil.
Lá tudo é diferente: responsabilidade e respeito no trato da coisa pública. Nem corrupção e violência existem lá!
Paga-se caro, mas o funcionalismo é treinado e motivado a prestar um bom serviço à população. Não é como essa baderna chamada Alemanha, infestada de oportunistas e ladrões.
Ja que é assim, amanhã viajo até a Itália, semelhante ao Paraguai, organizado como o Brasil.
Dou uma passada em Honduras e volto para a Alemanha. Éca!
Para que eu quero descer!

Tomei um chá de sumiço esses dias por estar organizando uns arquivos de mp3. Coisa de quem é vidrado em música dos anos 80 e 90 e abraça todos sucessos das épocas.
Mas essa semana retomo os assuntos. Quinta-feira (21) tive outra convulsão parcial na mão esquerda. Minha mãe apelidou minhas mãos de Jorge e Miguel, que vivem brigando na novela Viver A Vida.
Ela vive e eu controlo os ataques do Jorge contra o Miguel.
Lembra até uma cena do filme 'Os Fantasmas Se Divertem' (Beetlejuice), em que mãos saem dos pratos e agarram os rostos durante a cena do jantar com a 'Banana Boat Song' (Harry Belafont) ao fundo.
Minha mão esquerda rebelada contra o dono, quem diria...
Esta semana tenho aplicação, exames e consulta. Viajo para São Paulo nesta terça (2/2).
Até! Se Jorge deixar, claro...

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Dica interessante



Já havia postado sobre o Cia. Oriental, um restaurante do bairro da Liberdade em São Paulo.
Fui quinta (21) novamente, montei um prato com aquilo o que acredito ser a alimentação adequada e equilibrada por orientação da nutricionista da clínica.
Dos 88 quilos que pesava no dia da cirurgia em julho/09, a última pesagem indicava 75 (minha meta, sem pressa: 70 quilos).
Sinto-me melhor, sem dúvida.
Não há milagre e nem fórmula: fechou um pouco a boca e fixando-se nas frutas, verduras, legumes, sucos, chás e água, tudo muda de figura.
Sem deixar de comer, claro. Importante é 'beliscar' uma fruta, um iogurte ou copo de leite a cada duas ou três horas. Bolacha? Talvez. Não transforme em regra.
Nos restaurantes por quilo, entre, analise a pista fria e quente, e coloque no prato não o que seus olhos comem, mas o que seu estômago realmente necessita.
Ninguém é de ferro, mas um refrigerante zero no almoço de domingo vai bem. Não pode virar rotina, quando tudo é refrigerante. Um copo ou dois, no máximo. Dois litros, não. Como não uso bebidas alcóolicas, para mim se torna mais fácil.
Frequentava academia antes da cirurgia e pretendo retornar assim que minha vida voltar ao normal.
Uma sobremesa como uma gelatina leve além da fruta é bom. Mas sem exageros. Nada de metade de um bolo de chocolate, como fazia até bem pouco tempo... Uma fatia, para quem almoçou ou jantou é o ideal.
Subsitutuo a fatia de bolo ou mousse por uma lasca de chocolate 70% de cacau: além de ser mais amargo, traz os benefícios dos flavonóides. E só.

Acima de tudo: comer devagar, mastigando 30 vezes o alimento, sentindo seu sabor. O estômago se encarrega de enviar um sinal ao cérebro que já está saciado e você não sente mais necessidade de 'mergulhar' em mais comida.
Uma refeição que dure em torno de meia hora é o ideal. Nem sempre dá tempo por causa dos compromissos do dia a dia. Mas procure seguir o que for possível.
O restaurante oferece também pratos ocidentais como carnes grelhadas, espetinhos e o tracional arroz e feijão.
No 3o andar é por quilo. No andar superior o sistema é à la carte.
O forte do lugar são os peixes como tainha grelhada, sashimi (peixe crú) e o sushi (bolinho de arroz enrolado em alga).

Como entrada, a sopa missô é cortesia da casa e vem com cebolinha e tofu em cubos (queijo de soja).
Nas fotos do prato que montei observa-se, camarão na chapa, sashimi de atum, salada de vagem, beterraba e brócoli, sushi tradicional, de rúcula, atum e de manga, que nunca havia comido. Confesso que não aprovei esta novidade 'sushizeira'.
Fujo dos refrigerantes, optando pelo chá verde (gratuito). A fruta, de sobremesa, é à vontade. Na saída, um cafezinho cai bem.
O Cia. Oriental fica a 40 metros do metrô Liberdade, com acesso pela rua Galvão Bueno e avenida Liberdade.
Aos finais de semana e feriados costuma lotar, pois a feira de artesanato da praça da Liberdade atrai centenas de visitantes.
Ah, sim: o site para conhecer mais é http://www.ciaoriental.com.br/site.htm

Finalizando:
O estômago é como uma 'bolsa elástica', como explicou uma técnica em nutrição em Araraquara (SP).
Comeu em exagero, incha. Controlou a boca, desincha e com o tempo seu peso diminuiu.
Tem que ter o que batizei de DDO:
Determinação, Disciplina e Organização
Seu corpo vai agradecer.




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