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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Arremesso de bocha


Desculpem-me os bochófilos, mas alguém já ouvir falar sobre ‘arremesso’ de bocha?
Bocha se joga nas canchas, os italianos adoram, mas não é igual aos atletas do peso olímpico.
Pois é. Tive uma vizinha que reinventou a coisa. No pior sentido. Talvez por seu espírito de porco, coisa de maloqueira. Ela abriu a temporada de arremesso. De ‘bostcha’.
Não consigo imaginar a capacidade que um ser (chamado) humano possui ao recolher as fezes de seu animal de estimação e lançá-las no telhado do quintal alheio.
Aquela noite, enquanto jantava, escutei o barulho seco de algum objeto espatifando sobre uma telha. “Catapóf!”.
No dia seguinte descobri a ‘arte’ animal (ou da ‘animal’) estampada, para quem quisesse ver. Éca!
Certamente ela foi a precursora deste novo esporte que poderá estar presente em 2016, com grandes chances de ouro para nosso país. Só resta saber se a ‘bostchófila’ concorrerá na modalidade burrice ou inveja.


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

(In)discrição

(In)discrição



Já contei em um de meus posts sobre a desagradável situação de viajar em um ônibus com passageiros espalhando flatulência.


Na última viagem que fiz a Araraquara após o dia de finados, dois adolescentes deram mostra:


1) do que é ser inconveniente num lugar público (o ônibus);


2) que a indiscrição e falta de educação são suas marcas registradas;


3) que ninguém é obrigado a curtir música ruim ou fazer notar perante os demais que ambos gostam de lixo.


Os calçudinhos em bermudas geriátricas e bonés fizeram questão de mostrar que o mp3 deles funciona sem o fone de ouvido, gostam de funk, pagode e a educação, esta, passou longe.


Na retomada da viagem após o ponto de parada, além das músicas, escutei várias vezes até chegar a São Carlos, onde desceram:


-“Que calor da porra tá aqui, mano!”


Não, o som não estava alto a ponto de criar animosidade dentro do ônibus. Eram as músicas mesmo.


Na primeira parte da viagem cochilei. Meus ouvidos filtravam o audio do filme na tv, o barulho natural do ônibus e lá do fundo vinha um funk ou um pagode.


Depois mirei meu mp3 com anos 80 e me desliguei de vez daquilo.


Ando light demais depois da cirurgia.


segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Lições de 2002 e 2009

Depois da primeira cirurgia em 2002 aprendi a reparar mais nos detalhes das pequenas coisas e descobrir a essência delas. Nesta cirurgia em 2009 aprendi um pouco mais: deixar de lado as pequenas coisas que irritam e aborrecem as pessoas. Relevar mesmo. Mas nao deixar de brigar por causas justas... Um abraço e boa segunda-feira!