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sábado, 12 de dezembro de 2009

Planejamento furado

O governo de São Paulo utilizou somente 140 de um total de 255 milhões de reais para as obras antienchente no plano de recuperação da calha do Tietê. Esta semana a capital sofreu novamente com inundações.

Dilma Pena, secretária estadual de saneamento, justificou que o planejamento ‘furou’ (palavras dela) por conta do atraso da assinatura de um contrato com o Banco Interamericano de Desenvovimento.
É furo de todo tipo: atrasos, desmoronamento no Metrô, queda de viga do Rodoanel, cartilhas com palavrões e dois ‘Paraguais’, escolas sem merendeiras pelo fim do contrato de trabalho temporário. O que mais? Nada dá certo. Por quê?
O papo ‘furado’ testa a paciência do paulista.

Vitrine eleitoral

Os reflexos da enchente provocada pela chuva que paralisou (mais uma vez) a capital paulista ainda são percebidos nesta sexta (11) em bairros como o Jardim Pantanal, ainda sob as águas do dia 8.
Renata Lo Prete, no ‘Painel’ da Folha desta quinta (10), resumiu claramente como o governo estadual trata a revitalização do rio Tietê:

Timing. Jornal do Metrô circula com propaganda do governo de SP que cita o Tietê, cujo transbordamento isolou a capital anteontem, como exemplo do trabalho de despoluição realizado pela administração. Texto: "Antes, tinha sujeira para todo lado. Agora, tem córrego limpo".

Não é preciso ser especialista em urbanismo e perceber o abismo entre a realidade dos fatos e a irônica propaganda veiculada aos quatro cantos com nosso dinheiro. É caso para o Conar.
As imagens que fiz quando chegava de Araraquara (SP) falam por si.
Assista os videos em
http://www.youtube.com/watch?v=kJa4SbWBZLw
Veja mais fotos no Orkut em Álvaro Taniguti (Perfil 2)