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terça-feira, 9 de março de 2010

Humorista?

Sempre relutei em acreditar que humoristas efêmeros possuem alguma capacidade através dos anos.
Assim que ingressei no Twitter a onda era o bordão "Ronaldo brilha no Corinthians", repetido inúmeras vezes por um tal de 'Zina', que ganhou notoriedade (?) no programa Pânico na tv (Redetv).
Até hoje só sabia da existência desse sujeito pelo bordão e nas passagens policiais que acumulou em seus 15 minutos de fama a que teve direito [porte de arma e de drogas].
Hoje pela manhã resolvi dar uma busca no Youtube com seu 'nome artístico' e encontrei muita baboseira, coisa sem graça mesmo.
Da mesma forma o 'Rebolation', de um nunca ouvido falar Parangolé, talvez combinação de pangaré, axé e outras bizarrices carnavalescas.
Ainda bem que essa tralha se desfaz rapidamente. Foi assim com a lambada, macarena, calipsos etc.
Agora, cá entre nós, classificar Zina como humorista é uma ofensa aos quem têm conteúdo para fazer rir de verdade. Sérgio Rabello e Juca Chaves que o digam.

Em tempo
O brasileiro é um escrachado.
Mesmo nas mãos de mandatários inescrupulosos (não todos, fique claro), ainda encontra tempo e faz do  rebolation algo pior: o 'Roubolation', alusão aos panetones Arruda.
Por isso a Alemanha vai de mal a pior. Vou mudar para Buenos Aires, capital do Brasil.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

RêPêMê

Ouvir RPM, Olhar 43, no capítulo de Viver a Vida desta sexta-feira (26/02) foi viajar instantaneamente, por alguns segundos [30, no máximo], aos anos 80.
Tempos de Titãs, Barão, Pet Shop Boys, Bliss, Roupa Nova, Kate Bush, Léo Jaime, Legião Urbana, Metrô, Grafite, The Romantics, The Temptations, The Manhattans, Carly Simon, Paralamas, Patrícia Marx etc.
Era tempo que FM ganhava espaço. Tocava música. Não esses Rebolations, axés, 'sertanojos universotários', Jotaquests e Nxzeros à esquerda da vida.
Época que FM trabalhava com fita de rolo, disco de vinil, cartucho, cartucheira.
A coisa descambou para o nível de meretrício boliviano.