Desta vez os malditos craqueiros invadiram a farmácia Bandeirantes [a uma quadra de casa] e, armados com um revólver, renderam o farmacêutico e o obrigaram a abrir o caixa, donde subtraíram cerca de 300 reais.
Felizmente ninguém saiu ferido.
Mas e o trauma de passar pelo estresse de ter uma arma apontada para si, sob ameaça de morte?
Infelizmente, nenhum bandido foi preso ou morreu em confronto com a polícia.
Volto a defender com veemência a pena de morte.
Gosto sempre de lembrar de Paul Kersey.
Não. Não é nenhum pesquisador americano que possui uma teoria sobre a violência, além das tantas milhares que esses cientistas sociais adoram vomitar para Folha de SPaulo e Vejas da vida.
Para quem não conhece, Paul Kersey é um personagem vivido pelo ator Charles Bronson [1921-2003] no filme Desejo de Matar (Death Wish, 1974).
Com cinco filmes no total, o personagem é um arquiteto que vê sua família destroçada pela ação de assaltantes e estupradores no centro de Nova Iorque.
Cansado da impunidade recorrente ao tipo de crime (que também assola o Brasil), foi à forra munido de uma arma de fogo em rondas noturnas, eliminando bandidos que o ameaçavam. Uma limpeza, sem dúvida.
'Vigilante' foi o apelido dado pela população que aplaudia as ações de Kersey e ganhou espaço na mídia.
Talvez seja a hora mais que tardia disso acontecer no Brasil.
A população não pode contar com leis firmes, tampouco polícias bem equipadas e pagas.
Além disso é obrigada a engolir esses estudiosos da violência das universidades e ongs de direitos 'dos manos'.
Para quem quiser saber um pouco mais sobre os cinco filmes Desejo de Matar, pode acessar http://www.youtube.com/watch?v=00_BHzNYxeM
Lixo humano
Semana passada assaltantes atacaram vários motéis em Ribeirão Preto (SP).
Em um dos crimes, a PM foi recebida a tiros. Dois ladrões foram presos e um terceiro morreu no confronto.
Poderia ter sido os três lixos em uma só tacada.
Mas a sociedade agradece pelo menos um que já estava sendo aguardado há tempos no quinto.
Bandido bom é bandido morto.
Anistia Internacional e Nações Unidas
714 pessoas foram executadas em 2009 em 18 países que adotam a pena de morte.
Os números são da Anistia Internacional.
Anistia Internacional, Nações Unidas: bibelôs caríssimos do planeta, cabides gigantes.
Manda esse povo engravatado cortar cana.
No Brasil o direito à vida é considerada cláusula pétrea (irrevogável).
Convoca-se uma nova Assembléia Constituinte, anula-se o direito dos 'manos' encherem nossa paciência e abre-se a arena com leões famintos e os presos no meio.
Nós, cidadãos de bem, queremos viver em paz, mas os noias acham que não. Pena de morte, Paul Kersey neles!

