Com o escândalo das vigas no Rodoanel paulista, o que estava escondido emerge em doses homeopáticas.
Além do barateamento dos custos da obra, surge agora a denúncia que uma das empresas do consórcio foi excluída da concorrência por incapacidade técnica e depois teria se associado aos vencedores com anuência do Dersa, órgão responsável pelo empreendimento estadual.
A mesma empresa estava presente em uma obra viária na capital, que desabou no ano passado.
O Rodoanel coleciona uma série de problemas: em março houve o rompimento de uma adutora da Sabesp. Em 2008 um rapaz de 25 anos morreu atingido por um trator e em junho de 2001 um tubo de gás foi danificado no trecho oeste.
Até hoje ninguém sabe como ficou o afundamento das pistas da extensão da Rodovia dos Bandeirantes em 2001, tampouco o túnel do metrô Pinheiros que desmoronou e levou sete vidas.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Doses homeopáticas de Rodoanel
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domingo, 15 de novembro de 2009
Atraso estadual
Atrasos nos pagamentos paralisam obras de construção de 1,2 mil viadutos, recapeamentos, duplicações e reformas em doze mil quilômetros de estradas vicinais paulistas, conforme reportagem da Folha de S.Paulo publicada domingo (15).
O calote chega a 500 milhões de reais após três meses sem acertar dívidas com construtoras e fornecedores, de acordo com o sindicato que reúne a construção pesada em São Paulo.
A inadimplência contrasta com o valor de investimentos anunciado no início deste ano pelo governo estadual, em torno de 3,9 bilhões de reais.
O que não se entende também é o interesse da secretaria dos transportes em adquirir um helicóptero novinho em folha, equipado até com compartimento de bebidas, estimado em dez milhões de reais. A alegação é o transporte de autoridades e fiscais da pasta em deslocamentos pelo estado, inclusive sobre o Rodoanel que veio abaixo no final da última semana.
Refrescando a memória: em janeiro de 2002 as pistas do prolongamento da rodovia dos Bandeirantes afundaram, bem como o túnel do metrô matou sete pessoas na construção da estação Pinheiros, além de outras ‘barbeiragens’, como classificou o Palácio dos Bandeirantes com as vigas que despencaram na Régis Bittencourt.
A fatura, como sempre, é nossa.
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