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domingo, 18 de abril de 2010

Rápidas & Ácidas

- Rua Voluntários da Pátria com a Avenida Barroso:
fiz esta imagem sábado, 10/04/10, às 13h19.
Duas observações: a prefeitura instalou novas lixeiras em vários pontos com grande movimento, mas a responsabilidade em esvaziá-las é da patrocinadora ou da limpeza pública?
E quem foi o espertalhão que entupiu com uma só caixa de papelão todo o espaço para acondicionar papéis de bala, copos plásticos e outros detritos miúdos?
Repare nos destaques em preto das fotos abaixo que se trata da caixa de um sorvete Nestlé chamado Sem Parar Pops (é só copiar as fotos em seu computador, visualizar imagens e dar zoom para ter certeza).
Pode ter sido dispensado por algum comerciante próximo ou mesmo o entregador da Nestlé, que não quis ter trabalho de recolher o papelão após arrumar os potes no freezer, crente que algum coletor de material reciclável se interessasse ao passar pelo cruzamento.
É muito individualismo. É o mesmo tipo de gente que xinga os políticos, fala mal da prefeitura e dá o péssimo exemplo na primeira esquina.
Pior: essa gente também vota. Até sexta-feira (16/04) às 13h15 o cenário era o mesmo.
- Vira e mexe recebo emails com imagens feitas pelo Brasil com letreiros, placas e anúncios assassinando a língua portuguesa.
Essa imagem cliquei no banheiro de um bar no centro de  Araraquara mesmo.
Foi sexta à noite.


sábado, 14 de novembro de 2009

Banheiro, maçaneta e aperto de mão

Outro dia, em um shopping, fui ao banheiro lavar as mãos antes de almoçar. Prática habitual desde a infância, principalmente antes, depois das refeições e ao se chegar da rua.
Já havia assistido câmeras escondidas na tv mostrando o corredor de um banheiro masculino e o comportamento dos que saíam sem lavar as mãos.

Imaginei essas pessoas cumprimentando outras com aperto de mãos ou manuseando alimentos.
Com a chegada da gripe suína os cuidados foram redobrados, em especial com as crianças que foram ensinadas na escola como se deve fazer. Isso deveria vir de casa, sem necessidade de reforço. Mas estamos no Brasil. A história não acaba aí. Bom seria.
Almocei e voltei ao banheiro. Enquanto lavava as mãos, um rapaz saiu de uma bacia masculina e foi embora!
Foi suficiente para me embrulhar o estômago. Sequei minhas mãos e aproveitei o papel-toalha para puxar a maçaneta na saída. Disciplinei a fazer isso sempre que estou fora de casa. Ao sair vi o 'porcolino' metros à frente no corredor. "Qual seu destino?", pensei.
Adivinha! Ele foi direto ao balcão de uma lanchonete e pegou um cardápio para escolher o que comer.
Penso agora que não é nenhuma paranóia carregar álcool em gel e que Michael Jackson tinha razão em usar luvas quando saía para a rua.
Quando alguém vier cumprimentar com mãos suspeitas, prefira a saudação japonesa: abaixe levemente a cabeça em sinal de respeito. E mais nada.


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Noias

Uma escola que já foi símbolo de educação particular desde o final do século 19 hoje vive um martírio, podendo significar em breve o encerramento das atividades.

O Liceu Coração de Jesus, fincado na chamada cracolândia em São Paulo, teve cerca de três mil alunos no final dos anos 60, mas hoje paga o preço da degradação urbana com o domínio dos andarilhos e usuários de crack ao redor.
Não adianta falar em revitalização do centro da capital se medidas enérgicas não forem tomadas, inclusive encarando de frente os defensores das inócuas teses sociais de inclusão.
‘Nóia’ é o drogado, viciado, usuário. Deve ser visto e tratado sem muitos dedos, como gostam os estudiosos dos núcleos de violência pelo país.
Encerrado o horário comercial, caminhões-pipa fariam todas as noites e madrugadas, sob escolta da polícia e guarda municipal, uma limpeza completa nas ruas ‘degradadas’. Jatos de água potentes lavariam as vias e afugentariam os ‘nóias’ e outros assemelhados. E quem se opusesse seria presenteado com uma bela lembrança de gás pimenta, cassetete ou um passeio na delegacia por desobediência e resistência.
Oh! Isso é desumano! Desumano é desvalorizar toda uma área que tem sua vida para tocar por conta de meia dúzia de ‘nóias’. Tem que pôr para correr. Todas as noites. Duas, três vezes se necessário. Ainda estou para ver autoridade com coragem para isso. Ao invés disso, ficam enfeitando o urubú com lantejoulas sob o nome de projetos de revitalização.
Projetos, sim, mas tolerância zero com desocupado.
Aos cientistas sociais: levem essa turma para casa se quiserem tratar o problema a fundo.
Encerrando: um músico de 26 anos, usuário de crack, foi preso no Rio de Janeiro depois de matar por estrangulamento uma amiga de 18 anos que tentava ajudá-lo a sair do inferno em que se meteu.
Meteu-se porque quis, ninguém o forçou a fumar crack. Ele é quem deveria ir para o quinto, e não a amiga. ‘Capota’ fraca. Agora come às nossas custas.