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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Correria

Fiz a foto a caminho de uma consulta ao neurocirurgião em São Paulo (março/2010).
A imagem nem está muio boa, mas vale pela dedicação e companheirismo do animal de estimação.
Exemplo a ser seguido, o pedestre atravessa a avenida Brigadeiro Luís Antônio com a rua Cincinato Braga, nos Jardins, acompanhado de seu cão de estimação, preso à coleira.
No meio do caos de pessoas indo e vindo apressadas, o cãozinho aprendeu como se virar na selva de pedra, leal ao proprietário.
Não é nenhum labrador, golden retriever, mas um sem raça definida. SRD como preferem alguns. Para mim é o famoso vira-lata. Minha amiga Paula prefere street dog (cão de rua).
A outra imagem foi clicada em janeiro, na feira da Aclimação, também na capital paulista.
Focinheira e coleira, dentro da lei. Cena rara de se ver.
A maioria dos jovens querem desfilar com seus pitbulls sem qualquer controle. Serve para alimentar mais e mais o preconceito contra a raça. Burrice à toda prova.
O mais curioso é que o dono se ausentou alguns minutos para fazer compras em um mercadinho em frente e deixou o animal lá, sentado, imóvel, sob os cuidados de um amigo que não teve nenhum trabalho. Fiquei observando-o e fotografando.
Aparentava ser adestrado. Muito bem adestrado, por sinal.
Muda a nomenclatura, fica a amizade que nos faz chorar igual criança quando eles partem.

domingo, 4 de abril de 2010

Bem-vindo Jão!

Sempre amei criação de animais de estimação.
Os mais moderninhos chamam pet...
Já tive cão, gato, tartaruga, pintinho, canário, periquito australiano, hamster sírio e agora chega o 'Jão'!
Jão é um topolino, menor que o hamster sírio. E muito mais ligeirinho...

sábado, 3 de outubro de 2009

Melhor amigo





Animais de estimação.
'Pet' como gostam os que se declaram sintonizados com o mundinho globalizado.
Quem não sorri ao ver um pelo caminho?
O que me aborrece é gente (pelo menos diz que é) que possui a capacidade de abandoná-los. Não há justificativa. É cadeia!
Tenho uma amiga cujo pai, uma vez, levou um filhote de leão para casa.
Tudo seguia bem até o felino perceber que estava crescidinho e se manifestou por mais espaço no lar, deixando marcas na sala e nos móveis.
Aí não teve jeito...
O rei das selvas foi repatriado para um parque ecológico. Melhor assim. Mas poderia soltá-lo, faminto, no Congresso Nacional. Resolveria dois problemas, um deles a fome do bichano...