Uma nota sobre um assalto e morte de um assaltante em confronto com a PM na Avenida Aricanduva, zona leste da capital, figurava ao lado da notícia principal, a derrubada do helicóptero policial no Rio de Janeiro.
Curiosamente, o diagramador inseriu um texto complementar da notícia (o famoso ‘box’) com a avaliação de um estudioso do núcleo de violência de uma universidade fluminense sobre o caso que correu o mundo. No texto ele diz que a ‘tática de confronto’ não é ideal.
Espera um pouco!
Juntando os dois casos, o que é o ideal na concepção dessa mente brilhante que só estuda, estuda e estuda a violência, mas não passa de ano? A polícia chegar armada com um par de pantufas nas mãos e pedir para o biluzinho armado com um fuzil anti-aéreo se entregar?
Tem que ter chumbo de encontro!
Levantou um fuzil anti-aéreo, passa com um tanque em cima! Sem olhar para trás.
Que história é essa de intelectual enfiado em sala com ar condicionado afirmar que a polícia está errada com sua tática de confronto?
Desconfio seriamente que essa gente defende interesses escusos...No caso de Aricanduva, o estado que mais sofre com a insegurança não reage à altura desde 1994, quando subestimou a formação de facções e deixou descambar nas megarrebeliões dos anos 2000.
Parece absurdo afirmar isso, mas tem muita gente que sente saudade dos tempos daquele governador que colocava a Rota nas ruas.


