Uma dupla, armada com revólver, barra de ferro e uma bomba caseira invadiu a escola estadual Brigadeiro Gavião Peixoto em Perus, zona norte de São Paulo, quebrou vidraças de duas salas, incendiou móveis e deu vários tiros para o alto, provocando medo e correria entre os alunos do período noturno. A direção amenizou afirmando que se tratava de vandalismo, nada foi roubado e os autores permaneceram dez minutos no local.
Minutos que duram uma eternidade.
Estudantes saíram feridos. Por sua vez, a secretaria estadual da educação emitiu nota de repúdio ao ato. Maravilha. Nota de repúdio.
Recebi esta foto agora há pouco:
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Aviso aos pichadores?
Em uma rua do Cambuci em São Paulo (SP) encontrei um aviso inusitado.
Na verdade um aviso aos pichadores. Mas será que pichador sabe ler? E se souber, compreende o que está escrito assim como o que ele rabisca coisas ininteligíveis? Acho que não.
Mas de qualquer forma, fica o registro.
Pichação é sujeira, grafite são desenhos pintados com autorização do proprietário do imóvel, que
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domingo, 12 de abril de 2009
Vandalismo, para quê serve isso?
O poder público investe em favor da população.
Seja em asfaltamento, saneamento básico ou em áreas de lazer.
Nesse último caso, acessível diretamente à população, os equipamentos disponíveis custam um bom dinheiro a cada empreitada e o que se vê, dias depois, é a ação perniciosa dos vândalos.
Em outro post tratei das pichações e, de certa forma, volto ao assunto.
A semana que passou entrevistei moradoras do Parque das Laranjeiras em Araraquara (SP), revoltadas com esses 'lixos humanos' que danificam maçanetas, furtam fios, luminárias, quebram banheiros, levam torneiras, utilizam o próprio público para consumo de drogas e fazem suas necessidades fisiológicas ao chão (para essa gente vaso sanitário é peça de decoração, só pode ser isso).
O investimento decidido no Orçamento Participativo em 2008 parece ter sido em vão. E para poder preservar o que foi edificado para a comunidade, a prefeitura terá que arcar com mais alguma despesa para proteger o que está sendo destruído aos poucos.
As frequentadoras dividem espaço com desocupados de todo tipo e são obrigadas a lavar todos os dias as instalações antes da ginástica. Ginástica antes da ginástica.
Tem quem pense: "O melhor é não construir nada mesmo, o povo destrói tudo". Errado. O povo não destrói. Quem destrói é crackeiro, calçudo de boné, ladrão, gente infeliz, que não vira nada na vida e fica deixando o rastro de destruição por onde passa.
Pessoas de bem terão que reagir. Qual maneira? Não estimulo reações armadas, como as milícias que mostraram que deturpam a falsa intenção de dar segurança no lugar do poder público e passam a controlar o crime ao invés de combatê-lo. O caminho é outro.
Como despertar o interesse da população em frequentar e proteger um patrimônio erguido para eles?
Uma das iniciativas que geraram interesse tanto na gestão Edinho Silva (PT) como a de Marcelo Barbieri (PMDB) são as atividades populares aos finais de semana, como a que foi desenvolvida um pouco antes do Carnaval, como o Samba Popular nos bairros.
Envolver a iniciativa privada e associações de bairros é importante. Atitudes isoladas têm pouco resultado diante da maioria.
Outro programa bem sucedido (um dos poucos do atual governo estadual) é o 'Escola da Família', com a abertura das escolas aos finais de semana para atividades esportivas e recreacionais e a monitoria de estudantes de educação física. Isso também ajuda.
Mas a população do bairro deve ser a maior interessada na participação, pois a presença maciça dos interessados afugenta a ação de gente vadia e inútil.
No meu perfil no orkut.com tem álbuns completos de fotos dos posts do blog. Acesse pelo nome Alvaro Taniguti.
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