Nos dois momentos narrados pela vítima, um funcionário público federal, fez questão de dizer que levaram sua carteira com a identidade funcional de onde trabalha e as chaves do carro.
A PM encontrou a chave da residência no interior do veículo e, preocupada que a história pudesse ser verdadeira, resolveu checar a casa da famíia, afinal outros reféns poderiam estar em poder dos sequestradores, claro…
Os familiares estavam bem (quem estava ruim era ele) e nem faziam ideia do enrosco em que o motorista havia se metido. Como explicar? Ele não apresentava sinais visíveis de agressão (só a do álcool em excesso).
Um morador das redondezas, perguntado sobre a presença do carro parado naquele local, disse que estava parado desde às 21h da quinta-feira (26/3), sendo localizado às 4h30 da sexta.
O fato de estar visivelmente preocupado com sua identidade funcional, sua carteira e de dizer que não poderia reconhecer os autores do ’sequestro’, faz levantar a hipótese de algumas pessoas (amigos ou não) no bar não permitirem que fosse embora para casa naquele estado lastimável e, a fim de evitar um mal maior (como gostam de dizer alguns), pregassem uma peça no pudim de pinga.
Que atrativo possuem as drogas (i)lícitas para que um ser humano se preste para esse serviço ridículo?
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Acesse pelo nome Alvaro Taniguti.
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